6 erros comuns a evitar no seu website - Minerva
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Existem vários fatores que contribuem para o sucesso de um website. Saiba que ações deverá evitar para dar aos seus clientes a melhor experiência online!

 

1. Ter música no site

Pode parecer uma ideia interessante: é impossível não gostar daqueles acordes que tocam o coração de toda a gente!

Nada podia estar mais errado! Adicionar músicas num site está associado a amadorismo e vai reduzir a credibilidade da sua marca. Lembre-se: os utilizadores procuram o seu site em busca de informações, e não para ouvir música.

Além disso, “gostos não se discutem”, muito menos se impõem. A quinta sinfonia de Mahler pode ser, para si, um colosso, mas pode ser também como unhas a deslizar num quadro de ardósia para outros. Quando estas divergências se cruzam, o visitante vai abandonar o seu site.

E imagine que a pessoa que vista o seu site tem o volume no máximo. Vai saltar da cadeira! E se já estiver a ouvir a sua própria playlist? Ou se estiver a aceder ao seu site no seu local de trabalho, ou num local público, ou numa sala de espera que tem afixado, na parede, “silêncio, por favor”? A reação automática será fechar o seu site e não voltar.

Contudo, este recurso pode ser ponderado se o seu site for o de uma banda. Mesmo assim, é necessária muita cautela. Se fizer mesmo questão de ter música no site, opte por um player que tenha controlos de Play, Pause e Stop bem visíveis – não os tente esconder. Do mesmo modo, não coloque a música em loop; se o utilizador quiser ouvir novamente a música, poderá clicar no Play. Deixe que seja o utilizador a decidir se quer ou não ouvir a música.

 

2. Ter um site à velocidade do caracol

Velocidade website

De pouco adianta ter um design extraordinário e conteúdos bem estruturados e enriquecidos se o utilizador não os puder visualizar!

Sabia que 47% dos consumidores esperam que a página carregue em 2 segundos ou menos? E que 40% dos consumidores não irão esperar mais do que 3 segundos pelo carregamento de uma página?

As pessoas gostam de sites rápidos. E o Google também.

O seu site tem de ser rápido também para atender aos diferentes tipos de ligação à internet que os utilizadores possam ter. Este fator é de tal forma importante que o Google até faz questão de indicar o tempo que demorou a apresentar os resultados para uma determinada pesquisa! Já reparou?

Google - velocidade

Neste caso, 0,45 segundos!

Mas há boas notícias! Existem algumas ferramentas que o vão ajudar a analisar a velocidade do seu website, como, por exemplo, Google PageSpeed Insights, WebPage Test ou GTmetrix. E se os resultados não forem satisfatórios, conte com profissionais para otimizarem a sua performance online.

 

3. Não tornar o site responsivo

Como se sente quando abre um website no seu telemóvel mas as letras ficam tão pequenas que tem de utilizar o zoom para ler? E mesmo depois de fazer zoom, deixa de ver o restante e depois tem que andar à procura? É uma valente dor de cabeça, não é? Pois bem, esse website não é responsivo.

Um website responsivo adapta-se ao dispositivo em que está a ser acedido, e apresenta corretamente a informação em qualquer tamanho e resolução de monitor, sem distorções. Hoje em dia, já não é apenas uma opção.

Grande parte dos utilizadores acedem à internet por dispositivos móveis (via telemóvel e tablet). Esperam, cada vez mais, serem capazes de executar as suas tarefas em qualquer local, sem recorrer a um computador. Assim, o seu website tem de estar otimizado para funcionar corretamente na palma da mão dos seus clientes – se não tiverem uma experiência facilitadora, vão desistir do seu website.

Por isso, assegure-se de que todo o conteúdo que a sua marca produz seja apresentado corretamente a todos, independentemente do dispositivo que estão a usar.

 

4. Ter animações de abertura

Um website destina-se não ao seu dono, nem ao programador ou ao designer que o fizeram – destina-se a quem o irá visitar; portanto, aos clientes.

Por isso, mesmo que goste muito e fique impressionado por alguma animação em flash, e mesmo que ache que isso pode trazer interatividade à experiência do utilizador, o mais importante é o efeito e consequência que isso trará a quem visita o website.

O utilizador, em regra, procura informação sem esperar, de forma imediata. Não quer ser interrompido por uma animação multimédia que pouco terá a ver com o motivo que o fez procurar o seu website.

Por outro lado, é importante que o Google consiga ler com facilidade o conteúdo do seu website, para possibilitar um bom posicionamento nas pesquisas. Animações em flash vão dificultar essa tarefa, mesmo que utilize outros recursos para a indexação.

Além disso, as animações raramente funcionam bem nos dispositivos móveis. Tendo em conta que grande parte dos acessos é feita por mobile, certamente que não quererá que essa grande fatia de utilizadores abandone o seu site à primeira vista!

Contudo, se não tiver escolha, nunca prescinda do link para “saltar” a animação (que funcione!) e ir diretamente ao conteúdo. Se puder visualizar as estatísticas em pormenor dos acessos ao seu site, ficará admirado com a quantidade de vezes em que a animação é “saltada”! E, se pensarmos bem, mesmo admitindo a remota possibilidade de o seu cliente ficar também bem impressionado com a animação, à segunda ou terceira visualização já será enfadonha e irritante.

 

5. Falta de atualização

Certamente que não gosta de encontrar sempre as mesmas coisas quando visita uma loja. Menos ainda se, numa loja de pronto a vestir, ainda tem a coleção de outras estações de há 5 anos atrás.

O mesmo acontece com o seu website – é a sua montra virtual. O conteúdo deve ser atualizado para dar motivos aos utilizadores para regressarem.

Por isso, produza conteúdo interessante e original para gerar novas e constantes visitas. Atualize a secção de notícias, altere detalhes do layout, adicione novas imagens – tenha o seu website sempre em movimento.

Caso contrário, se o utilizador observar que a última notícia foi colocada há 3 anos atrás, vai pensar que a empresa já não existe, ou que ficou parada no tempo.

Não deixe que o utilizador se sinta numa cidade fantasma!

 

6. Não ter um blog

Os seus potenciais clientes não chegam ao seu website por digitarem diretamente o respetivo URL no browser. Encontram o seu website porque estão à procura de uma resposta para uma necessidade que tenham.

Aliás, o que as pessoas colocam no motor de busca, muitas vezes, é a própria pergunta que têm em mente, como, por exemplo, “qual é a melhor forma de impressão para mim”, ou “dicas para fazer um cartaz”. Assim, se escrever conteúdo que vá de encontro às necessidades do seu público, que tenha precisamente um título que vá ecoar aquilo que as pessoas estão a pensar quando procuram, vão encontrá-lo nos motores de busca. Se apenas apresentar os seus produtos e serviços, dificilmente o seu website aparecerá.

E este é o momento crítico: quando o utilizador encontra uma resposta satisfatória àquilo que procura. Além disso, a cada novo conteúdo publicado, a empresa demonstra o quanto conhece da sua área e prova que tem um histórico sólido, que conhece bem as necessidades dos clientes e sabe como resolvê-los, tendo como consequência natural a conquista de uma posição de autoridade, confiança e de referência no tema para, quando chegar o momento de o cliente necessitar do seu serviço ou produto, recorrer à sua empresa.

É por isso que é impreterível que o seu website esteja recheado de conteúdo válido, confiável e atualizado que responda às necessidades do seu cliente.

Um blog é essencial e deve ser valorizado dentro da estrutura de um website, para ganhar novos clientes.

Existem muitas outras ações que devem ser implementadas na hora de criar um website. Mas estes tópicos, relativamente simples, irão certamente ajudar.

Para ter a certeza de que o seu website será um sucesso, delegue sempre a tarefa a profissionais especializados!

Que outra ação acrescentaria a esta lista? A sua experiência é importante para nós! Partilhe nos comentários.

 

 

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AUTHOR: Minerva

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