Vinil: o que é e para que serve - Minerva
Vinil

Veja as diferentes formas de acrescentar valor à comunicação visual da sua empresa com um dos materiais com mais potencialidades estéticas e funcionais: o vinil!

 

Desenganem-se os saudosistas: não vamos falar de música (apesar de ser sempre um tema apetecível!).

O vinil sobre o qual vamos falar é um material adesivo especial, e vamos debruçar-nos sobre algumas ideias para a sua utilização e aplicação. Ao longo da leitura deste artigo, convidamo-lo a imaginar em que medida as poderá transpor para a sua própria empresa ou marca. Pronto? ☺

Este material é muito procurado pelos clientes. Por ser feito de um tipo de plástico, é altamente resistente, flexível e durável. Por isso, mesmo que aplique toda a sua força na tentativa de o rasgar, dificilmente o conseguirá – o material, ao invés disso, vai distender (com exceção do vinil monomérico, como veremos mais adiante).

O vinil pode ser de impressão ou de corte. Como o próprio nome indica, o vinil de impressão está preparado para receber tinta, mas não qualquer uma. Por ser de plástico, não pode ser impresso numa impressora comum – o vinil encontra-se disponível com diferentes variações na sua camada, específicas para o tipo de impressão que estamos a usar.

Por outro lado, o vinil de corte não está preparado para absorver tinta e, por isso, já se encontra disponível numa grande variedade de cores. É apenas recortado no formato pretendido – letras, formas e outros – em máquinas específicas para o efeito. É muito utilizado para sinalizar ambientes, aplicar em fachadas e vitrines, ou fazer decoração de viaturas.

 

Vinil de corte

Fase de recorte do vinil

 

O vinil, quer se destine a impressão ou a corte, divide-se em 3 categorias, de acordo com a sua constituição molecular: o monomérico, o polimérico e o cast.

O vinil monomérico é o mais económico e o mais espesso – portanto, menos maleável. Se o tentarmos rasgar, não distende; parte. Apesar desta desvantagem, é a opção mais indicada, por exemplo, para um outdoor – neste caso, o trabalho destina-se a ser visto à distância, e uma pequena alteração de 1 centímetro não será perceptível a olho nu. Não será, assim, necessário enveredar por uma opção mais cara. É também muito utilizado para ações publicitárias de curta duração – a vida útil máxima deste material, em condições ideais, pode chegar aos 5 anos.

Por outro lado, se precisar de um trabalho com mais rigor, como, por exemplo, a decoração de um camião com curvas pouco acentuadas, em que as diferentes partes têm que coincidir entre si para que a perceção do todo seja uniforme, aconselhamos o vinil polimérico. É um material mais estável, economicamente mediano, com uma vida útil de 8 a 10 anos.

O vinil cast é recomendado para trabalhos que exijam maior rigor, como no caso da decoração de automóveis com curvas muito acentuadas. Nesta situação, pretende-se que o comportamento do vinil seja o mais flexível possível, para se moldar totalmente a todas os desníveis da superfície, sem prejuízo da sua aderência. Este material é considerado de alta performance, sendo também, naturalmente, a opção menos económica (vida útil até 10 anos).

Todos os tipos de vinil podem ser aplicados em superfícies lisas – sobre outro vinil, parede, madeira, chapa ou vidro. É importante que a superfície onde vai ser aplicado seja completamente lisa e limpa, porque qualquer saliência, por mínima que seja, ou qualquer vestígio de pó, por pouco que seja, vai reduzir a aderência do material e, em pouco tempo, poderá soltar-se.

É uma excelente opção para sinalizar e comunicar sem danificar a superfície onde é aplicado e, a par da excelente durabilidade, constitui um produto de ótima relação custo/benefício.

 

Vinil de corte

Exemplos de aplicação de vinil de corte

 

É importante ter sempre em mente que o ser humano é 80% visual e que, por isso, a forma como apresenta os seus produtos e serviços é determinante para o sucesso. Graças à escolha certa e informada de materiais, as empresas conseguem brilhar aos olhos dos seus clientes – o que é fundamental no processo de conquista e fidelização dos mesmos.

Queremos saber a sua opinião! Já considerou a possibilidade de usar estes processos no seu material de comunicação?

 

 

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AUTHOR: Minerva

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